Nos últimos dias o Brasil se surpreendeu com a capacidade da polícia e das forças armadas! Estamos todos ainda meio apreensivos, mas discretamente começamos a comemorar o início do fim de um pesadelo.
São centenas de homens lutando pela paz. Coisa que sempre pareceu antagônica, mas com sentido: lutar pela paz. Valorizo!
Então hoje o post é em homenagem a esses homens que tantas vezes foram injustiçados, que aguentaram e aguentam tantos colegas sujando o nome da profissão (assim como advogados, juízes e promotores) e colocaram a cara (e o resto do corpo inteiro) à tapa, pra gente não ter que colocar a nossa.
Hoje o post é um grande “abre aspas” pra um representante dessa turma falar.
“Nós brasileiros, policiais e não policiais, esperamos que o governo aproveite este momento em que há uma mobilização sem precedentes para reocupar os territórios dominados pelo poder paralelo, assim como para implantar a paz nas comunidades cariocas. Esperamos que não seja uma ação passageira, e que as tropas federais possam fixar base nas favelas cariocas dominadas pelo tráfico.
Bom, não posso escrever mais, por falta de tempo. Desejo, por fim, que a guerra continue, porém sem baixas do lado das forças de segurança nem de civis, embora saiba que isso seja quase impossível, que seja um preço a pagar por anos de descaso; desejo que Deus esteja com todos os agentes de segurança pública, protegendo-os. Boa sorte, companheiros! Levem a paz às comunidades cariocas, livrem-nas da escravidão imposta pelo tráfico.” Daqui
Já se perguntou se os jornalistas que fazem aquelas reportagens sobre crianças morrendo de fome não deveriam dar um biscoito pros meninos ao invés de bater foto? Nunca fez muito sentido que o jornalista só chorasse a desgraça sem tentar diminuí-la. Pega a criança. Abraça ela. Dá algum alento. Não é possível que a comoção fique só numa fotografia premiada. Quero acreditar que não ficou.
