Monografia, estágio novo, dez matérias e sono atrasado. Isso deve explicar o meu sumiço, mas não justificar. Para variar, eu sofro de uma indecisão de temas, tanto para publicar aqui, quanto para escrever a monografia (estamos na fase de escolha ainda, e olhe lá).
Semana passada o Brasil teve a aula de Processo Penal com o julgamento dos Nardoni, no início do mês foi uma aula de administração pública com a inauguração do Centro Administrativo do Aécio (ou Aeciolândia como todo taxista gosta de falar), a multa pro presidente parar de fazer campanha antes da hora, também tivemos as conquistas do Obama em relação ao sistema de saúde americano (agora o Estado subsidiará um plano de saúde para quem não tem) e, por fim, que eu me lembre, teve a hora do planeta, em que o mundo apagou um pouco de luzes para pedir menos efeito estufa.
Com tudo isso, temas não faltavam para o blog, mas blogueira que é bom, nada, né?!
Estou muito na dúvida sobre o tema para minha monografia. Quero falar sobre consumidor, sobre ética, sobre bioética, sobre penal, sobre internacional e também sobre administrativo. O feriado está aí e vai me ajudar a pensar.
Enquanto a luz não vem, deixo aqui uma poesia que encontrei no início do livro “O Estado Atual do Biodireito” da doutora-queroserigualquandocrescer Maria Helena Diniz:
Antes de Tudo o Ser Humano
Não viva nesta terra
Como um estranho
Ou como um turista na natureza.
Viva neste mundo
Como na casa do seu pai:
Creia no trigo, na terra, no mar,
Mas antes de tudo creia no ser humano.
Ame as nuvens, os carros, os livros,
Mas antes de tudo ame o ser humano.
Sinta a tristeza do ramo que seca,
Do astro que apaga,
Do animal ferido que agoniza,
Mas antes de tudo
Sinta a tristeza e a dor do ser humano.
Que lhe dêem alegria
Todos os bens da terra:
A sombra e a luz lhe dêem alegria,
As quatro estações lhe dêem alegria,
Mas sobretudo, a mão cheias,
Lhe dê alegria o ser humano! (de Nazim Hikmet)

