Um pai sem os filhos

Prezados leitores, o caso é o seguinte, estou com as horas do meu dia completamente tomadas e com pouco acesso a computadores para trabalhar. Isso explica o sumiço!

Mas tenho outra questão para tratar. É que o senhor Alain Gerber, de origem francesa, há algum tempo, entrou em contato comigo, falando e escrevendo o Português que ele conseguia para que ajudássemos na busca dele pelos filhos que foram trazidos para o Brasil ilegalmente pela mãe!

Eu já encaminhei o e-mail dele para todos que pensei que pudessem ajudar. Mas como até hoje ele ainda não teve nenhum sucesso, segue a cópia aqui.

Senhora, Senhor,
Posso lhe pedir ajuda ?
São agora 4 anos e 4 meses que meus 3 filhos amados são ilicitamente retidos no Brasil (Fortaleza).
A Deputada Européia Michèle STRIFFLER irá ao Brasil com a para reclamar o respeito do Direito Internacional e dos Direitos das Crianças pelas Autoridades brasileiras.
Michele STRIFFLER Condena Negação de Justiça no Brasil

Sra. STRIFFLER, 1 º Vice-Presidente do Comitê de Desenvolvimento, reuniu-se com Sr. Alain Gerber, domiciliado em GUEBERSCHWIHR (68), cujos filhos franceses estão retidos ilegalmente no Brasil há mais de quatro anos. Sra. STRIFFLER visitará o Brasil entre os dias 21 e 25 fevereiro de 2011, no intuito de se fazer cumprir a lei e consolidar os direitos de  pai do Sr. Alain Gerber.

Sra. STRIFFLER se reunirá com o embaixador da França em Brasília e deputados brasileiros, a fim de por um basta nesta situação intolerável e encontrar uma maneira favorável para o crescimento e o bem estar destas crianças. “)

A Deputada Michèle STRIFFLER estará em Brasilia os dias 21 e 22 de fevereiro.
Por gentileza, seria possivel organizar uma entrevista com ela (talvez com algum político que luta contra a alienação parental) ? Ela está pronta a encontrar os jornalistos durante esses 2 dias.
Depois você pode ler uma carta aberta que vou enviar hoje pelos politicos brasileiros. Poderia ajudar a JUSTICA a contar esse história.
Eu fico a sua inteira disposição por qualquer duvida, e espero por sua compreensão.
Atenciosamente,
Alain GERBER
Segue aqui o contato do Sr. Alain para quem puder ajudá-lo de alguma forma.

Alain GERBER
03 89 41 61 83 (prof. Colmar)
03 89 45 55 45 (prof. Mulhouse)
06 33 71 00 31 (mobile)
Mail : lcag2@yahoo.fr

http://meusfilhos.over-blog.com/

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9 Respostas to “Um pai sem os filhos”

  1. Tatiana Says:

    Olá,

    Trabalho em uma empresa de Comunicação e Marketing e gostaria de te propor uma colaboração para uma campanha de publicidade em Blogs, cuja temática é justamente educação.

    Por favor, caso esteja interessado, entre em contato comigo no e-mail: tatiana.segala@gmail.com

    Atenciosamente,
    Tatiana A Dias

  2. svenvantveer Says:

    Não li nem tudo. É uma repetição do caso Sean Goldman que chegou ao cumulo de que um juiz deu guarda ao padraste, viuvo dam mãe em vez de dar ao pai.

    Se um pais não tem a intenção de respeitar um tratado internacional, não o deve ratificar.

    O tratado é bastante claro, apos reclamação ao “autoridade central”:
    Autoridade Central Administrativa Federal – ACAF
    Secretaria Especial dos Direitos Humanos
    Presidência da República
    SCS, Quadra 9, Conjunto C, Centro Empresarial Parque Cidade
    Torre A, 8º Andar, Sala 805-A
    Cep. 70308-200, BRASILIA-DF
    Brazil
    Tel.: +55 (61) 2025 3975 / 2025 3481
    Fax: +55 (61) 2025 3261 / 2025 7980

    (os pessoas de contato no brasil )
    Personnes à contacter / persons to contact:

    Minister Paulo VANNUCHI
    President of the Central Authority
    Special Secretary for Human Rights

    Ms Patricia LAMEGO
    Chief Coordinator
    e-mail: patricia.soares@sedh.gov.br
    (languages of communication: Portuguese, English, Spanish, French)

    Ms Juliana CASTRO
    Psychologist
    e-mail: juliana.paes@sedh.gov.br
    (languages of communication: Portuguese, English)

    Mr Francisco George LIMA
    Assistant
    e-mail: francisco.george@sedh.gov.br
    (languages of communication: Portuguese, English, Spanish)

    deve a autoridade central promover a volta voluntária ou judicial dos menores. O processo judicial deve ser rápido.

    Mais um endereços:
    http://www.direitoshumanos.gov.br/aut_centr/princ/?searchterm=haia

    O STF tem seu proprio site da convenção

    http://www.stf.jus.br/convencaohaia/cms/verTexto.asp

  3. svenvantveer Says:

    Pode tb tentar georgemlima@yahoo.com.br

  4. Lia Says:

    Não só ele, há o caso da mãe brasileira que nunca teve ajdua do governo francês pra reaver o filho levado pra França, pelo pai, conhecido mafioso das autoridades francesas. O cara é tão poderoso que nem com cartinha pros presidentes franceses adiantou. silendiaram e não moveram uma palha pra devolver o menino que hoje deve ser adulto e achar q a mãe morreu.

  5. Milton Tadeu Says:

    Não entendo como uma mãe pode sair de um país sem autorização do pai ou autorização judicial (quando um pai nega a autorização). É lógico que no caso de autorização judicial, o Juiz terá que ter bons argumentos, se houver autorização. Para viagens internacionais, há a necessidade de ter a autorização do outro conjuge ou ex.
    Alguém poderia explicar? Não li o texto inteiro, mas desconfio que o pai deu a autorização para a viagem confiando no retorno dos filhos, como no caso do Sean Goldman.

  6. Francisca Says:

    Eu entendo o que passou na tua vida, o que passará comigo em pouco tempo, deixarei meu marido sem ver as filhas (minhas filhas). Tenho orgulho da coragem que teve sua mulher de sair com as crianças para o Brasil. Na França, em geral na Uniao Europeia a justiça nao deveria ter consideraçao de justiça, parece más com um campo de concentraçao, além do más a fama de voces sao piores que os que consideramos no Brasil de marginais, violentos y possessos, sao ridiculos. Espero que nunca mais veja suas filhas.
    Voces tem palavras bonitas e reaçoes ridiculas……. sao doentes por comer a mente de uma extrangeira, creem que tudo o que fazem esta correto y as “extrangeiras” nao tem meios de vida no exterior. Nos ve dependentes demais para agir assim, nao se conformam com a perda, querem consumir a carne e estarem impunes. Que va a merda las leis, suas filhas com certeza estao melhor sem ti.

  7. Francisca Says:

    Eu entendo o que passou na tua vida, o que passará comigo em pouco tempo, deixarei meu marido sem ver as filhas (minhas filhas). Tenho orgulho da coragem que teve sua mulher de sair com as crianças para o Brasil. Na França, em geral na Uniao Europeia a justiça nao deveria ter consideraçao de justiça, parece más com um campo de concentraçao, além do más a fama de voces sao piores que os que consideramos no Brasil de marginais, violentos y possessos, sao ridiculos. Espero que nunca mais veja suas filhas.
    Voces tem palavras bonitas e reaçoes ridiculas……. sao doentes por comer a mente de uma extrangeira, creem que tudo o que fazem esta correto e as “extrangeiras” nao tem meios de vida no exterior. Nos ve dependentes demais para agir assim, nao se conformam com a perda, querem consumir a carne e estarem impunes. Que va a merda las leis, suas filhas com certeza estao melhor sem ti.

  8. eluana renata despessel Says:

    eu nasci sem conhece o meu pai e sofro muito com isso eu tenho 14 anos e faz 14 anos que eu não o conheço eu não quero a pensão eu só quero ter o carinho dele e o amor de um pai eu sofro um pouco porque meus meus amigos tem e eu não doi muito d+++ bom me ajuda por favor

  9. juliana Says:

    Olha tome vergonha na cara e deixe as criancas com a mae ja que se passaram 4 anos entr3 num acordo e venha ao brasil visitar que com certeza sera melhor pai do que aquele que estava sendo quanldo elas fugiram.

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