Estudar direito de família é ter acesso a uma série de argumentos para criar uma tragédia grega ou uma ópera italiana. Apesar disso, estou adorando.
Algumas situações me lembram também novelas das oito. A última que acompanhei foi Laços de Família. O moço era da mãe e depois ficou com a filha… E como se chamava aquela novela, também do Maneco, em que a mãe passa o filho para a filha com o trovão caindo aos fundos… uma emoção danada!
Tudo isso a gente experimenta nas aulas de Direito de Família. A família é um gênero que comporta várias espécies. São problemas que, embora inusitados, podem ser vivenciados por clientes e a gente tem que saber resolver, se possível, da forma mais rápida e menos dolorosa.
Queria ter alguma experiência profissional nesta área. Não sei se me deixaria envolver a ponto de atrapalhar, mas faria mil malabarismos de princípios e jurisprudências para defender o que estivesse mais próximo da minha velha e boa visão de amor. Manoel Carlos ficaria orgulhoso!

PS. Texto escrito após a leitura dinâmica do livro DIREITO DE FAMÍLIA: uma abordagem psicanalítica do Dr. Rodrigo da Cunha Pereira. Se o tempo for amigo, posto aqui uns trechos dos meus resumões. Não que alguém tenha pedido, né…
Mais:
Textos legais do Jus Navigandi sobre Família
Coelha ataca donos quando mudam da novela (e o meu cachorro adora o Cesar Millan)
O próximo Decodificando é sobre Família. E não tem problema se for com voz de robô. É sempre ótimo!